segunda-feira, 4 de março de 2013

obliquidades #49

18h
vejo sempre todas as pessoas como mais conectadas, equilibradas e com a vida mais assente do que eu. procuro sempre a tempestade e peço-lhe depois pausas curtas.
hoje sinto-me em paz. desconfiada, mas em paz. sem ter qualquer noção do que estou a fazer ou do que vem a seguir. talvez porque não tenha dúvidas do que sou eu neste sítio mesmo que não saiba mais nada. a inevitabilidade do que se sente talvez seja uma espécie de paz.
e isto é o máximo e palavras de que sou capaz. o resto só quando as vieres buscar.



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